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Do diagnóstico ao go-live em 10 semanas

Três fases, cada uma com entrega concreta. A primeira existe para saber se vale a pena seguir. A segunda coloca o sistema em produção. A terceira mantém e evolui.

Projeto de software dá errado quando o escopo é definido antes de entender a operação, ou quando o sistema é entregue e abandonado. O método abaixo foi desenhado para evitar as duas coisas. Dez semanas é o prazo típico do diagnóstico ao go-live; a duração exata de cada fase é definida na proposta.

Fase 0 — Descoberta e protótipo

Objetivo. Entender a operação real, não a descrita, e provar com um protótipo navegável que a solução faz sentido antes de escrever o MVP.

O que acontece. Reunião de abertura com quem decide; entrevistas com quem opera (campo, atendimento, financeiro); levantamento dos sistemas e planilhas em uso; mapeamento de tipos, etapas, prazos, regras e exceções; desenho do fluxo; protótipo com os nomes, tipos e prazos da própria empresa; validação com decisor e operadores.

O que o cliente recebe. Protótipo navegável; fluxo e regras escritos em linguagem da empresa; escopo do MVP (o que entra, o que fica para depois, o que não entra); mapa de integrações e notificações; proposta da Fase 1 com prazo definido. O protótipo e o escopo pertencem ao cliente, siga ou não com a Felk Tech.

Duração. 2 semanas.

Fase 1 — MVP e implantação

Objetivo. Colocar em produção o sistema que resolve o problema principal, com a equipe treinada e usando.

O que acontece. Construção em blocos, nesta ordem típica: cadastros; fluxo com etapas; motor de regras (prazos, pausas, alterações, escalonamento); notificações (WhatsApp, e-mail); painel e indicadores; PWA instalável; relatórios e PDFs. Em seguida, carga inicial dos dados existentes, treinamento da equipe por perfil e duas semanas assistidas, em que acompanhamos o uso real e ajustamos o que a operação mostrar. Integrações previstas no escopo entram nesta fase.

O que o cliente recebe. Sistema em produção, no domínio da empresa, com os dados carregados; equipe treinada; documentação de uso; acesso ao repositório do código; 90 dias de garantia de correção de defeitos a partir do go-live.

Duração. 8 semanas típicas, definidas na proposta a partir do escopo da Fase 0.

Fase 2 — Operação assistida

Objetivo. Manter o sistema no ar, seguro e evoluindo conforme a operação muda.

O que acontece. Hospedagem em nuvem com publicação contínua a partir do repositório; backups diários; monitoramento e alerta; suporte à equipe; horas mensais de evolução para ajustes, novos relatórios, novas regras e pequenas integrações. Quando a necessidade é maior (novo módulo, nova integração relevante, mais capacidade), ela é tratada como projeto à parte, com escopo e prazo próprios.

O que o cliente recebe. Sistema operando com disponibilidade acompanhada; relatório mensal do que foi feito; evolução previsível, sem surpresa de custo; exportação completa dos dados a qualquer momento.

Duração. Mensal, enquanto fizer sentido para o cliente.

Resumo das fases

Fase Duração Entrega principal Decisão ao final
0 — Descoberta e protótipo 2 semanas Protótipo navegável e escopo do MVP Seguir, ajustar ou parar
1 — MVP e implantação 8 semanas típicas Sistema em produção, equipe treinada Entrar em operação assistida
2 — Operação assistida Mensal Hospedagem, backups, suporte, evolução Renovar, ampliar ou encerrar com exportação

O que esperamos do cliente

Garantias

Como a descoberta funciona em detalhe está em Como mapear a dor da operação antes de escrever uma linha de código. Para começar, marque uma conversa de 30 minutos.

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Em uma conversa de 30 minutos mapeamos o problema e dizemos se vale um software sob medida — e, se valer, o que entra na Fase 0.

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